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O poder das Redes Sociais e outras tecnologias afeta a sua saúde mental.

by Sheila Konishi

Temos ferramentas para ajudar.

Falando em poder, Mark Zuckerberg, formado em psicologia e ciência da computação, tem em suas mãos 30% da população Mundial. As suas 3 importantes empresas, Facebook, Instagram e WhatsApp tem 2,38 bilhões de usuários ativos no Mundo.

Atualmente são constantes as notícias sobre a crescente das Redes Sociais e suas influências negativas nas pessoas. Vemos as notícias que pessoas não se comunicam mais pessoalmente, expõe exageradamente suas vidas nas redes sociais e sofrem com o que veem de outras pessoas pois não correspondem as suas próprias vidas reais. 

O mesmo tom também está na recente reportagem da Revista Veja São Paulo, com o título “Desconectados da Vida Real”, onde traz uma fala da cantora Madonna: “O Instagram é pensado para as pessoas se sentirem mal.” Por ser baseado em imagens, as pessoas se tornam dependentes das aprovações das outras pessoas, o que pode ser nocivo para quem já tem uma fragilidade na saúde mental pois, segundo a reportagem, amplifica os sentimentos já existentes. Nesta reportagem são citados alguns planos do Instagram para melhorar a Saúde mental dos usuários como remoção das curtidas, modo ausente, #sensíveis, alerta de comentários e filtros personalizados.

Porém, devemos citar que há ferramentas que são utilizadas para ajudar a Saúde Mental fazendo uso das Redes Sociais e outras tecnologias pois dão acesso para as pessoas falarem sobre assuntos delicados, como a depressão e ideação suicida, e consequentemente receberem suporte adequado.

Dentre elas está o alerta do Facebook para postagens que possam ser de ideação suicida, onde um amigo pode acionar o botão superior direito na postagem e escolher a opção de obter apoio ou fazer denúncia. A pessoa que fez a postagem receberá uma notificação que um amigo pensa que ela possa estar passando por alguma situação difícil, e dar as opções de falar com alguém ou receber mais dicas. Com isso, esta pessoa será encaminhada virtualmente para atendimento do CVV (Centro de Valorização a Vida) que é gratuito e sigiloso. Além desta ferramenta, o CVV tem atendimento via Chat, email, telefone 188, postos de atendimentos, atendimentos nas comunidades e videos. Para mais informações: www.cvv.org.br. 


Há outra ferramenta, chamada Fique Vivo, que, segundo informações do seu site, tem a proposta de disponibilizar um acolhimento digital para construir uma rede de proteção à pessoa em sofrimento emocional com risco de vida. Em uma plataforma, a pessoa passando por sofrimento emocional é conduzida por meio de algumas questões para um algoritmo que irá perguntar se há́ algum tipo de pensamento de autodestruição e suicídio.

Se positivo, é realizada uma estratificação de risco e, de acordo com a gravidade, recebe algumas orientações e é incentivado a indicar alguém de sua rede de apoio. Além disso, o usuário tem seu sofrimento legitimado como uma questão de saúde com estimulo a buscar suporte de um profissional ou serviço de saúde.

 Para mais informações: www.Fiquevivo.com.br

E a Talkb4, com sua inteligência coletiva, também pode ajudar os pais e escolas a saberem como dar o suporte para os jovens que possam estar passando por um destes momentos delicados.

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